Ao longo do mês de abril, estudantes da Rede Municipal de Ensino de Tatuí participaram da segunda temporada do projeto “Bate Tambô nas Escolas”, iniciativa que transforma o ambiente escolar em um espaço de aprendizado, expressão artística e valorização cultural. A ação levou experiências interativas e educativas a diferentes unidades escolares do município, aproximando crianças e adolescentes dos ritmos e das tradições afro-brasileiras.
Idealizado pelo músico e educador Gui Silveiras, o “Bate Tambô nas Escolas” propõe uma imersão artístico-pedagógica que integra música, expressão corporal e vivências coletivas. Nesta nova edição, as atividades foram conduzidas por Gui, ao lado de Meriele Pepe, contramestra de capoeira com ampla experiência na formação cultural, e da produtora cultural Thaís Vaz, multiartista e profissional atuante no Conservatório de Tatuí.
Durante as apresentações, os alunos tiveram a oportunidade de conhecer e experimentar, na prática, elementos da cultura afro-brasileira. Ao som dos tambores, vivenciaram atividades dinâmicas que estimularam o senso de pertencimento, a consciência cultural e a valorização das tradições, em uma abordagem envolvente e participativa.
Nesta segunda temporada, o projeto passou pela EMEF “Prof. Paulinho Ribeiro”, pela EMEF “Prof. José Tomás Borges” e pela EMEF “João Florêncio”, ampliando seu alcance e reafirmando seu compromisso com a formação cultural das novas gerações. A ação consolidou-se como uma importante ferramenta de educação, inclusão e fortalecimento da identidade cultural no ambiente escolar.
Contemplado pelo Edital Municipal de Cultura “Maria Ruth Luz”, da Prefeitura da Estância Turística de Tatuí, o projeto evidencia o investimento contínuo do município em ações que democratizam o acesso à arte e incentivam a formação cultural desde a infância.
A iniciativa está alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU), especialmente ao ODS 4 – Educação de Qualidade, ao estimular práticas pedagógicas inclusivas e culturalmente enriquecedoras; ao ODS 10 – Redução das Desigualdades, ao valorizar a cultura afro-brasileira e ampliar o acesso à arte; e ao ODS 11 – Cidades e Comunidades Sustentáveis, ao fortalecer a identidade cultural e promover comunidades mais inclusivas, participativas e conscientes.