Exposições Temporárias – Centro Cultural Municipal

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O Centro Cultural Municipal recebe exposições dos mais variados gêneros por um período quinzenal ou mensal. O Prédio está situado na Praça Martinho Guedes, nº 12, Centro. A visitação é gratuita de segunda a sexta-feira das 9h às 21h, e aos sábados, domingos e feriados das 19h às 21h.

Portal Turístico de Tatuí

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O Portal da Cidade está localizado na entrada de Tatuí na Avenida Vice-Prefeito Pompeo Reali, conta com uma referência especial ao nosso merecido título de “Capital da Música”.A construção do Portal de Tatuí foi uma parceria com o empresário Frederico von Ihering Azevedo, do Polo Industrial de Tatuí e do Grupo von Ihering. O projeto arquitetônico e paisagístico é do Arquiteto Sergio Gonzalez.

Localização: Avenida Vice-Prefeito Pompeo Reali

Busto de Ivo Zani

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Situado na Avenida João Clímaco, em frente ao Estádio Dr. Gualter Nunes, foi inaugurado em 1955, criado pelo artista Lileu, em homenagem pela lealdade e entusiasmo a serviço do Esporte, uma travessa no Bairro Chácara Junqueira Salvaguarda a memória do vereador em 1º Legislatura (01/01/1948 – 31/12/1951) e 2º Legislatura (01/01/1952 – 31/12/1955).

Monumento em homenagem aos pracinhas da FEB de Tatuí

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O monumento em homenagem aos pracinhas da FEB de Tatuí que lutaram na Segunda Guerra Mundial está juntamente com o pavilhão das bandeiras nacional, estadual e municipal.

Inaugurada em novembro de 1990, na gestão de Wanderley Bocchi, o obelisco, concebido por Joaquim da Silva Campos, apresenta na parte central a representação de um olho de ciclope fixado no firmamento, que significa a esperança de melhores dias. O olho de ciclope é da mitologia grega. Os dois elementos laterais, duas mãos saindo do solo tatuiano, com os braços abertos no sentido de oração, agradece a Deus a volta de seus filhos e suplica para que cessem as guerras e a paz venha a reinar entre os povo. Esse monumento, presta homenagem aos vinte pracinhas tatuianos que lutaram na Europa, a fim de garantir democracia, liberdade e igualdade entre os seres humanos.

Expedicionários de Tatuí e região lutaram na guerra, considerada uma das páginas mais sangrentas da história recente da humanidade, que durante os seis anos de conflito, dizimou a vida de 50 milhões de pessoas. Um dos expedicionários de Tatuí, José Fernandes da Silva, o Juquita, morreu em combate no dia 29 de abril de 1945, na batalha de Collechio, na Itália, quando servia o 6º Regimento de Infantaria de Caçapava. O Obelisco contem a seguinte mensagem: “tributo de respeito e reconhecimento aos ex-combatentes tatuianos da FEB – Força Expedicionária Brasileira – que, na 2ª Guerra Mundial, com heroísmo e destemor, defenderam nos campos da Itália, os ideais de democracia e liberdade”. Em seguida, aparecem os nomes de Alcides Gianoti Ferrielo, Amador Vieira, Antônio Moroni, Benedito “Ramona” Araújo, Benedito Mendes de Almeida, Bolívar Conceição, Evilásio Camargo, Florindo Antunes Machado, Francisco Matias, Francisco Mendes da Costa, Frank Barbosa Carneiro, João Arruda Rodrigues, João de Oliveira, João Soares de Oliveira, Joaquim Bueno de Souza, José Fernandes da Silva, Paulo Lopes Rolim, Reinaldo Rolim, Roque Rosa e Silvio Silvério de Lima.

Monumento Alberto Seabra

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Médico fundador do laboratório paulista de Homeopatia, sendo considerado um dos maiores médicos homeopatas brasileiro de seu tempo.

Alberto de Melo Seabra nasceu em Tatuí, no dia 5 de fevereiro de 1872. Era filho do coronel Lúcio José Seabra e Ana Carolina de Melo Franco Seabra. Formou-se na Faculdade de Medicina da Bahia com 22 anos, em 1894, defendendo a tese Memória e a Personalidade, que versou sobre assuntos de psiquiatria. Essa monografia teve larga aceitação, e outros trabalhos sobre a mesma especialidade revelaram sua pujante e fecunda mentalidade, a ponto de, apesar de muito moço ainda, ser indicado pelo grande Franco da Rocha para ser médico do Hospital Juqueri. Alberto Seabra também trabalhou na Santa Casa de Misericórdia de São Paulo e ocupou a cadeira nº 74 da Academia de Medicina de São Paulo. O Instituto Pasteur teve em Seabra um dos seus principais iniciadores, ao lado de Arnaldo Vieira de Carvalho, Inácio Cockrane, Bittencourt Rodrigues e outros. Foi, igualmente, um dos fundadores da Universidade de São Paulo e da Academia Paulista de Letras, em 27 de novembro de 1909, da cadeira nº 12, seu sobrenome “Melo” encontra-se grafado com um só “l”. A conversão de Seabra à homeopatia deveu-se à cura de um filho pela terapêutica hahnemanniana, administrada pelos irmãos Manoel e Antonio Murtinho Nobre (1908) – ano luz para a homeopatia em São Paulo. Dessa mudança escreveria Seara de Hahnemann. Seabra, na gripe espanhola de 1918, colaborou com as autoridades sanitárias junto ao governo da época, por intermédio da “gripina”. Esse medicamento, conforme testemunho escrito do secretário de saúde da época, pôde salvar milhares de pacientes da morte. Alberto Seabra escreveu Higiene e Tratamento Homeopático das Doenças Domésticas (1972), com várias edições, estilo escorreito, linguagem leve e agradável. Escreveu em diversos jornais, entre os quais “O Estado de São Paulo”, “A Platéia”, além de revistas médicas e literárias. No Brasil, foi um dos primeiros cientistas a estudar a obra de Freud. Escreveu Fenômenos Psíquicos; Animais que Pensam; A Alma e o Subconsciente e O Problema do Além e do Destino, assuntos teosóficos, espíritas e na esfera do ocultismo; Versos Áureos de Pitágoras foram escritos por um Seabra que, apesar do seu multiforme saber, sentia necessidade de algo, necessidade de preencher o vazio que existia dentro de si, algo que lhe refrigerasse a alma. É também de sua lavra a obra Ensaios do Pan-Americanismo, em 1923. A morte colheu-o no momento em que se entregava a exaustivo trabalho sobre A
Bíblia de Jesus. Restam desse estudo alguns capítulos inéditos. Alberto Seabra faleceu em 11 de agosto de 1934, aos 62 anos de idade. Seu monumento consta a obra de László Zinner (1908-1977), artista húngaro de origem judaica radicado no Brasil desde 1946. No bairro de Santa Cecília em São Paulo um Monumento a Médicos Homeopatas, instalado na Praça Olavo Bilac salvaguarda a memória do tatuiano.

Monumento Nacif Farah

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A obra situada na Praça Paulo Setúbal, praça do Barão, em 2011 e foi especialmente instalada em frente a Unidade Escolar Barão do Suruí, pois naquele local se tornou o primeiro professor de música.

Nacif Farah (Nasceu em Capivari, 22 de agosto de 1902). Diplomou-se em primeiro lugar no curso de Farmácia pela Faculdade de Farmácia e Odontologia de Ribeirão Preto. Sua Formação musical deve-se ao Cônego Oscar Sampaio Peixoto que procurou familiariza-lo com os segredos da Harmonia e o Contraponto. É o autor da obra sacra “Sete Palavras de Nosso Senhor Jesus Cristo na Cruz”, a três vozes mista (soprano, contralto e baixo) com acompanhamento de Órgão ou Harmônio, que foi premiada pelo Governo da Espanha e até hoje ela é executada durante as Cerimônias da “Semana Santa” em igrejas da França, Portugal, Espanha e Brasil. O revisor desta obra ficou extasiado diante dos profundos conhecimentos contrapontísticos demonstrados no trabalho do então jovem compositor, de 23 anos. Aos 16 anos compôs duas fantasias “Éster” e “Noêmia”, prenúncio de um compositor sinfonista. Lecionou Música nas cidades de Franca, Casa Branca e Mogi Mirim, todas do Estado de São Paulo. Em 1931, veio a Tatuí, sendo o primeiro professor de Música do Ginásio do Estado, hoje, E.E. “Barão de Suruí”. Organizou e regeu um Orfeão de muitas vozes, que conquistou prêmios pelo Estado de São Paulo. Foi o criador do Coral “Santa Cecília”, da igreja da Matriz Nossa Senhora da Conceição, sendo seu Organista e Regente. Casou-se em 1933, com a Professora Francisca Vieira de Camargo Farah. Toda a obra composta por Nacif Farah apresenta uma variedade rítmica, melódica, riqueza harmônica e trato contrapontístico. Nas suas composições musicais utilizou-se de poesias de Castro Alves, Fagundes Varela, José Lannes e Paulo Sílvio Azevedo. Nacif Farah faleceu na cidade de Tatuí em 15 de outubro de 1955, data em que se comemora o “Dia do Professor”. Na vila Juca Menezes há uma praça com seu nome. Há também, no Bairro Nova Tatuí, uma Via pública com seu nome. Na Avenida Cônego João Clímaco há um chafariz que também leva o seu nome e o Hino de Tatuí salvaguarda seu nome com expoente musical que brilhou no estrangeiro.

Monumento Seresteiros

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O Monumento aos Seresteiros foi instalado em 2013 na Praça Manoel Guedes, praça do Museu. O Monumento é composto por sete personalidades que fomentaram o gênero Seresta na Capital da Música: Noel Rudi, Zé Fiuza, Ditinho Rolim, Joãozinho do Irineu, Osmil Martins e Raul Martins, juntamente está o Monumento do ex-prefeito e poeta Paulo Ribeiro que, por meio de uma noite de seresta, no ano de 1967 numa roda de amigos, que executavam músicas do cancioneiro popular, que surgiu o sentimento do povo tatuiano em transformar Tatuí na Capital da Música, sentimento que se torna lei estadual em 2007.

Monumento João Baptista Del Fiol

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A obra situada na Praça da Matriz foi especialmente instalada em 2009 em frente ao Hotel Del Fiol, local que inspirou o músico Tatuiano a conquistar a Escola de Música (Conservatório de Tatuí) e foi restaurada no ano de 2018 com o apoio da Família Setúbal.

João Baptista Del Fiol – Nascido em Tatuí, no dia 28 de novembro de 1908, filho de Antônio Del Fiol e Cesira Del Fiol, foi casado com Lígia Vieira de Camargo Del Fiol e teve um filho: Firmo Camargo Del Fiol. Professor, João Del Fiol era autodidata e conhecido pela sonoridade perfeita e grande talento no trato com seu instrumento. Dedicou sua vida à música e há registros na história da cidade, de que foi o principal incentivador da instalação do Conservatório de Música em Tatuí. Foi ele quem solicitou ao deputado estadual Narciso Pieroni, na década de 50, a ajuda estadual para concretizar a criação de uma pequena escola de música em Tatuí. Em uma formatura da Escola Industrial, em que estava presente Narciso, Del Fiol levou um pequeno grupo de estudantes, alunos seus de violino e violoncelo, para tocarem, fazendo com que Narciso ficasse bastante entusiasmado, pois não esperava ouvir, em Tatuí, peças de Mozart, Haendel e outros famosos compositores, com desempenho tão soberbo. João Del Fiol, também, tocou neste dia de forma brilhante, a “Área da Quarta Corda“, de Bach. Terminada a festa, foram todos para o Hotel Del Fiol, onde, costumeiramente, se reuniam as pessoas para longas conversas. Durante o bate-papo, o deputado perguntou o que poderia ser feito por Tatuí. Um dos presentes à mesa, João Del Fiol, sugeriu a construção de um conservatório, e assim nasceu a ideia. A partir daí, em 1951, foi criada a Associação Cultural Pró-Música, com o objetivo de desenvolver a área musical na cidade. Durante campanha política, Lucas Nogueira Garcez, que viria a se eleger governador do Estado, se comprometeu com os políticos da cidade para que fosse instalado o Conservatório. E, em 11 de agosto de 1954, ele era instalado. Antes do Conservatório a vida musical em Tatuí girava em torno de Del Fiol, Bimbo Azevedo e Nacif Farah. Estes três chegaram a tocar juntos, em pequenas orquestras de salão. As melodias eram tocadas no Club Tatuhyense. João Del Fiol lecionou violoncelo no Conservatório de Tatuí até quase o final da vida. Aos 90 anos abandonou as aulas em função de problemas de saúde, mas confessava entre amigos que sentia muita falta do contato com os jovens músicos. Ele faleceu em 3 de dezembro do ano 2000, aos 92 anos. Em sua homenagem, por iniciativa do maestro Antônio Carlos Neves Campos, o Conservatório Dramático e Musical “Dr. Carlos de Campos” de Tatuí criou em seus quadros a Orquestra de Cordas “João Del Fiol”, que reúne jovens músicos.

Monumento Bimbo Azevedo

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A obra situada na Praça da Matriz foi especialmente instalada em 2009 em frente onde nasceu, viveu e morreu o compositor e músico Tatuiano e foi restaurada no ano de 2018 com o apoio da Família Setúbal.

Octávio de Azevedo nasceu em Tatuí em 30 de março de 1888 e se tornou popularmente conhecido como Bimbo Azevedo, tendo, desde a infância, apresentado interesse pela música. Tocou bandolim, cavaquinho, piano, violão e violino. Aos 21 anos de idade deu início a composição de músicas, com a sua famosa valsa “Dirce”, que alcançou grande sucesso no Brasil. A mesma música ganhou 1º lugar na categoria “Melhor Música Popular e do Estrangeiro”, no Chile, e ficou entre as 10 primeiras classificadas no Concurso de Valsa, em Hamburgo, na Alemanha. Na década de 20, participou de programas de música nas rádios Educadora, de São Paulo, e na Rádio Record. Já na década de 30, tocava nas sessões de cinema mudo da Cidade Ternura. Bimbo foi o 1º violino, ou Spala, da Orquestra Sinfônica do Conservatório Dramático e Musical “Dr. Carlos de Campos”, de Tatuí. Suas canções contam com originalidade da melodia, que buscava a perfeição na harmonia, e uma notável identificação musical com gosto popular da época. Devido a sua extraordinária percepção musical foi luthier, trabalho que praticava em sua residência, fabricando violinos e arcos. Na ocasião de seu falecimento, Bimbo deixou inacabados 17 violinos. Além da imortalidade por meio de suas canções, Bimbo Azevedo também está presente no Hino a Tatuí e no monumento situado na Praça da Matriz. A casa onde nasceu, viveu e morreu, localizava-se na esquina da Praça da Matriz com a Rua Coronel Aureliano de Camargo, onde se encontram situados os painéis que narram a sua história de vida.

Monumento “Maestro”

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A obra situada na Avenida Coronel Firmo Vieira de Camargo escolhida especialmente devidamente a proximidade da Unidade Sede do Conservatório Dramático e Musical “Dr. Carlos de Campos” de Tatuí, foi inaugurada no ano de 2008 e foi restaurada no ano de 2017 com o apoio da Família Setúbal.

O que é um maestro? Quando alguém rege uma orquestra por exemplo, esse alguém é chamado de maestro. A função do maestro é especificamente uma: conduzir. Conduzir uma banda, um coral, uma orquestra como antes mencionado… enfim, conduzir qualquer tipo de grupo musical. Dirigir e coordenar a função de cada músico cabe ao líder principal, denominado então de maestro.