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ÚLTIMA EDIÇÃO DA “RODA DE CHORO” DESTE ANO RECEBE O MÚSICO DIRCEU LEITE NO MUSEU HISTÓRICO “PAULO SETÚBAL”

O Museu Histórico “Paulo Setúbal” sediará, na próxima terça-feira (28/11), às 17h, a última edição deste ano do Projeto “Roda de Choro”, realizado pelo Clube do Choro do Conservatório de Tatuí – pertencente a Secretaria de Economia Criativa do Estado de São Paulo e gerido pela Sustenidos Organização Social de Cultura -, e pela Prefeitura de Tatuí, por meio da Secretaria de Esporte, Cultura, Turismo e Lazer.

O convidado especial desta “Roda de Choro” será o flautista, saxofonista e clarinetista Dirceu Leite.

Este evento – que é gratuito – tem o objetivo de reunir os amantes do Choro e proporcionar momentos de boa música, diversão e compartilhamento de conhecimento sobre esse gênero musical.

Leve seu instrumento e participe! O Museu Histórico “Paulo Setúbal” está situado na Praça Manoel Guedes, n° 98, Centro.

SOBRE O MÚSICO

Dirceu Leite é um dos mais importantes instrumentistas de sopro em atividade no Brasil. Multi-instrumentista, domina com igual maestria desde o flautim até o clarone, passando por toda a família dos saxofones e vários tipos de flautas.

Requisitado por nove entre dez estrelas da música brasileira, grava e se apresenta constantemente com artistas como Zeca Pagodinho, Chico Buarque, Caetano Veloso, Maria Bethânia, Ney Matogrosso, Ana Costa, Beth Carvalho, Rita Lee e diversos outros. Tem participação nos DVDs Acústicos MTV de Cássia Eller, Rita Lee, Jorge Benjor, Zeca Pagodinho 1 e 2 Gafieira, “Batuque” de Ney Matogrosso, “O futebol” de Chico Buarque, Beth Carvalho – A Madrinha do Samba, Fundo de Quintal 1, 2 e 3, Dudu Nobre, Razão Brasileira, Carlinhos Lyra, Beth Carvalho – O Dia Nacional do Samba, Diogo Nogueira e a caixa comemorativa de Rita Lee, pelo selo Biscoito Fino.

De sólida formação erudita e popular, estudou com H. J. Koelreuter, J. T. Meirelles e Íon Muniz, entre outros professores. Dirceu também participou em diversas trilhas de novelas e minisséries da Rede Globo, tais como: A Muralha, JK, Amazônia, O Cravo e a Rosa, Direito de amar, Sabor da paixão, América, Sinhá Moça, Paraíso Tropical, O Sítio do Pica-Pau Amarelo e outras. No cinema tem participação na trilha e no filme sobre a vida de Noel Rosa. No teatro tocou no espetáculo “Sweet Charity”, com Cláudia Raia, e integra o elenco dos musicais “Sassaricando” e “O Rio Inventou a Marchinha”. Com o grupo Coreto Urbano participou do Free Jazz em 1998. Em 2001, novamente no Free Jazz, acompanhou o grupo americano The Temptations. Participou da homenagem a Billy Blanco na Sala Cecília Meireles, sob a regência do maestro Gilson Peranzzetta. Com o maestro Mário Adnet fez trabalhos significativos, como gravar ao lado de Randy Brecker e Billy Drews; fez parte da Orquestra Ouro Negro, de Moacir Santos, idealizada por Mário Adnet, e recentemente integrou o Projeto “Jobim Jazz” na gravação do CD.

Excursionou com nomes expressivos da MPB por cinco capitais brasileiras, sob a regência do maestro Wagner Tiso. Em 1995, acompanhado de mestres da música instrumental, tais como Raphael Rabelo e Cristóvão Bastos, Dirceu lançou seu primeiro CD, “Leite de Coco”, no qual recria obras esquecidas de grandes compositores da música brasileira, além de composições próprias. Esse trabalho foi indicado para o Prêmio Sharp como revelação instrumental em 1996. Em 2006 gravou “Cacique instrumental”, que faz uma justa homenagem aos grandes compositores do “Cacique de Ramos”, bloco carioca que revolucionou o samba ao incluir o tan tan, o repique de mão e o banjo no samba; um celeiro de grandes artistas. Essa gravação contou com a participação de Hamilton de Holanda, Rildo Hora, Victor Santos, Chico Chagas e Carlos Malta. Atualmente apresenta um duo com Gabriel Improta, integra a banda do maestro Wagner Tiso e acompanha Carlinhos Lyra, Beth Carvalho e a cantora Miucha.