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ESCRITOR TATUIANO RENATO J. MELLO LANÇA MAIS DOIS LIVROS E PROMOVE NOITE DE AUTÓGRAFOS NO MUSEU “PAULO SETÚBAL”

Às 19h desta terça-feira (19/9), o Museu Histórico “Paulo Setúbal”, da Prefeitura de Tatuí, receberá uma noite de autógrafos com o lançamento de dois livros do escritor tatuiano Renato J. Mello. O evento gratuito integra a programação da 17ª Primavera dos Museus – uma iniciativa do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram).

“Pé vermelho no Museu” é um dos livros que serão lançados e tem como inspiração o Museu Histórico “Paulo Setúbal”. Ele narra a história de um menino que visita o Museu tatuiano e vivencia uma aventura de autoconhecimento por meio da arte, da história e da leitura.

A outra obra inédita é “Canções ao Luar” que, junto com o livro “O Arqueiro Dourado” (lançado por Renato em 2019, pela Editora Viseu), pertence à série “As Crônicas dos Halos Folclóricos”. Estas histórias são regadas por fantasia e ação, com pitadas de romance, em uma aventura por uma terra onde humanos, folclores e feiticeiros convivem e disputam o poder por armas mágicas reveladas por halos lunares. Vale destacar que o livro “O Arqueiro Dourado” também estará sendo autografado nesta noite.

Para abrilhantar o evento, haverá a apresentação do violinista da “Bravo Tatuí”, Fernando Henrique Andrade, junto com os músicos Marco Antônio e Thomás José, além de declamação de poesia de autoria do escritor.

O Museu Histórico “Paulo Setúbal” está situado na Praça Manoel Guedes, n° 98, Centro.

SOBRE O AUTOR

Renato J. Mello é tatuiano, nascido em 1983, casado e pai de dois meninos. Formado em Direito, advogou por 7 anos e, atualmente, é servidor público.

Sua infância e adolescência foram regadas pelo contato com a natureza. Nas férias e aos fins de semana, seguia da zona urbana ao mundo rural, desfrutando de banhos em cachoeiras e trotes no lombo de cavalo. Seus dedos eram recheados de terra, devido ao plantio de árvores.

Tais experiências o inspiram em suas narrativas. A leitura sempre o acompanhou, transitando por diferentes estilos literários, incentivando-o a tal ponto em sua imaginação que a escrita se tornou uma necessidade prazerosa a fluir.